Pessoa

Sete Coroas

anos 1880 – 1923

Nasceu em Bahia, Brasil

Faleceu em Rio de Janeiro, Brasil

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Sete Coroas

Alunos e alunas · 1

Sete Coroas nasceu na Bahia, mas fez seu nome nas favelas e no submundo boêmio do Rio de Janeiro durante a Primeira República. Estabeleceu-se no Barroso, uma localidade do Morro da Favela (atual Morro da Providência)—uma das favelas mais antigas do Brasil—e tornou-se um dos malandros mais notórios de sua época.

Seu apelido veio de um ato audacioso em 1920. Durante um funeral de gala de um cidadão rico, o anônimo morador da favela assaltou a procissão, roubando tudo que podia carregar—incluindo as sete elaboradas coroas de flores que adornavam o caixão. A quantidade e qualidade dos objetos roubados lhe renderam um apelido que logo seria conhecido por toda a cidade.

O que se seguiu foram anos de "assaltos audaciosos" que o elevaram dos registros policiais às manchetes de jornais, espetáculos teatrais e canções populares. O compositor Sinhô (José Barbosa da Silva) fez um samba em sua homenagem em 1921—supostamente a primeira música brasileira a celebrar explicitamente um "bandido". A imprensa, que muito contribuíra para sua fama, começou a se preocupar com o precedente.

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  1. Teve como alunos/as1

    Sete Coroas teve como aluno/a Madame Satã1909 – 1923

    Relação primária professor-aluno. Sete Coroas ensinou a Madame Satã "a fina arte da malandragem": capoeira, luta de navalha, papo, rasteira e valentia. Quando Sete Coroas morreu em 1923, deixou Satã como seu sucessor na Lapa e na Saúde.

    Verificadosem fonte registrada

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  1. Associado a3

    Sete Coroas teve ligação com Edgar

    Mencionados juntos nas memórias de prisão de Madame Satã como malandros capoeiras em Dois Rios. Sete Coroas era da Bahia.

    Provável
    [1]
  2. Sete Coroas teve ligação com Americano

    Mencionados juntos nas memórias de prisão de Madame Satã como malandros capoeiras em Dois Rios. Sete Coroas era da Bahia.

    Provável
    [1]
  3. Sete Coroas teve ligação com Quinzinho

    Ambos faziam parte da geração pré-moderna de malandros do Rio. Sete Coroas morreu em 1923, quando Quinzinho seria uma criança (~4 anos), então não eram pares diretos, mas são agrupados como representantes da antiga tradição de capoeira carioca.

    Provávelsem fonte registrada

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  • Atuou em: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

    período não registrado

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declarações
2
· 50%
com fonte
2
sem fonte
0
contestadas

Relações por confiança

  • Verificado: 1
  • Provável: 3

Fontes citadas

  1. [1]Paezzo, Sylvan. "Memórias de Madame Satã". Rio de Janeiro: Lidador, 1972 citada 2 vezes